
São Paulo — InkDesign News — Os céus de agosto oferecem uma oportunidade única para os entusiastas da astronomia na América do Norte, onde a chuva de meteoros Aurigid atinge seu pico no dia 31, prometendo um espetáculo de até seis estrelas cadentes por hora.
Detalhes da missão
A chuva de meteoros Aurigid ocorre anualmente enquanto a Terra atravessa a trilha de detritos deixada pelo cometa C/1911 N1 Kiess, que não visitava o sistema solar interno há aproximadamente 2.000 anos. Em 2025, o fenômeno estará ativo de 29 de agosto a 2 de setembro, com maior visibilidade prevista em 31 de agosto às 23h00 EDT (03h00 GMT).
Tecnologia e objetivos
Para registrar a passagem dos meteoros, é recomendável o uso de equipamentos avançados, como a câmera Nikon Z6 II, ideal para astrofotografia.
“Meteoros pertencentes à chuva parecem riscar o céu a partir de um ponto de origem conhecido como ‘radiante’, localizado próximo à estrela theta Aurigae.”
(“Meteors belonging to the shower will appear to streak away from a point of origin known as a ‘radiant’ located close to the magnitude +2.6 star theta Aurigae.”)— Especialista em Meteoros, Sociedade Americana de Meteoros
Próximos passos
As previsões sugerem um número limitado de meteoros, com a Sociedade Americana de Meteoros alertando que, na realidade, pode-se observar apenas um por hora. Como tal, os observadores são aconselhados a direcionar seu olhar para cerca de 40 graus acima da estrela theta Aurigae, utilizando aplicativos de astronomia para facilitar a visualização.
“Convidamos todos a procurar um ponto alto no céu, onde a possibilidade de ver meteoros aumentará significativamente.”
(“We encourage everyone to look for a high point in the sky where the chance of seeing meteors will significantly increase.”)—Astrônomo, ESA
A observação de chuvas de meteoros, como os Aurigids, não apenas proporciona um espetáculo visual, mas também contribui para o aprofundamento do nosso entendimento sobre a origem e a composição do nosso sistema solar. Os eventos astronômicos, ao instigar a curiosidade humana, promovem uma contínua busca pelo conhecimento e avanço na exploração espacial.
Fonte: (Space.com – Space & Exploração)