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Ciência & Exploração

Estudo revela que manto marciano guarda registro congelado

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São Paulo — InkDesign News — Uma recente pesquisa revelou que o manto de Marte contém fragmentos antigos de até 4 km de largura, oferecendo uma visão de sua história violenta e primitiva. Dados coletados pela missão InSight da NASA foram analisados para entender melhor as características deste manto.

Contexto da descoberta

O manto de um planeta, a camada vastíssima situada entre a crosta e o núcleo, é fundamental para a compreensão da origem e evolução planetária. Ao contrário da Terra, onde a tectônica de placas ativa remodela constantemente o manto, Marte possui uma superfície de placa única, o que resulta em menos mistura e permite uma preservação mais fiel da história interna do planeta. Essa característica é valiosa para estudar como os mundos rochosos se formam e evoluem.

Métodos e resultados

O estudo, liderado pelo Dr. Constantinos Charalambous da Imperial College London, utilizou dados do sismômetro do InSight para analisar as assinaturas sísmicas de terremotos marcianos (marsquakes). Após examinar oito marsquakes bem registrados, os pesquisadores identificaram que a chegada de ondas P de alta frequência era consistentemente retardada ao atravessar as camadas mais profundas do manto.

“Isso é consistente com um manto cheio de estruturas de diferentes origens composicionais — restos dos primeiros dias de Marte.”
(“That’s consistent with a mantle full of structures of different compositional origins — leftovers from Mars’ early days.”)

— Dr. Constantinos Charalambous, Pesquisador, Imperial College London

Esses atrasos nas ondas sísmicas apontam para variações composicionais sutis em escala de quilômetros, resultantes de um passado turbulento que envolveu impactos massivos e a recristalização de oceanos de magma globais.

Implicações e próximos passos

As irregularidades identificadas no manto marciano podem ser consideradas “conservadas” devido à falta de um ciclo geológico ativo, selando-as em uma “capsula do tempo planetária”. O estudo indica que a distribuição dessas características pode ser comparada à fragmentação de um vidro que se quebra em pedaços grandes e pequenos após uma queda, refletindo a catástrofe de colisões em Marte.

“Os dados do InSight continuam a reformular nossa compreensão sobre a formação de planetas rochosos, especialmente Marte.”
(“InSight’s data continue to reshape how we think about the formation of rocky planets, and Mars in particular.”)

— Dr. Mark Panning, Pesquisador, NASA Jet Propulsion Laboratory

Estudos futuros podem explorar ainda mais essas propriedades do manto e como eles se relacionam à evolução geológica de Marte, permitindo um entendimento mais aprofundado de como os planetas rochosos podem se desenvolver em diferentes ambientes.

Fonte: (sci.news– Ciência & Descobertas)

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Tiago F Santiago

Tiago F. Santiago é Analista de Marketing na C2HSolutions, onde, em sua atuação fixa, combina estratégia e tecnologia para impulsionar soluções digitais. Paralelamente, dedica-se como hobby à InkDesign News, contribuindo com a criação de notícias e conteúdos jornalísticos. Apaixonado por programação, ele projeta aplicações web e desenvolve sites sob medida, apoiando-se em sua sólida expertise em infraestrutura de nuvem — dominando Amazon Web Services, Microsoft Azure e Google Cloud — para garantir que cada projeto seja escalável, seguro e de alta performance. Sua versatilidade e experiência técnica permitem-lhe transformar ideias em produtos digitais inovadores.

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