Mini Crossword deixa de ser free-to-play e comunidade gamer se revolta

São Paulo — InkDesign News — O universo dos games, em constante transformação, ganha novos contornos com a recente movimentação do The New York Times, que decidiu colocar seu famoso Mini Crossword atrás de um paywall, gerando polêmica entre os fãs da cultura geek.
Lançamento e features
O Mini Crossword foi lançado em 2014 como uma versão reduzida do famoso jogo de palavras do The New York Times. O jogo, que apresenta novos desafios diariamente, tornou-se uma parte essencial da rotina matinal de muitos jogadores. Inicialmente gratuito, sua acessibilidade foi um dos fatores que contribuíram para seu crescimento constante entre os usuários.
Recepção e audiência
Com o recente bloqueio do Mini Crossword para assinantes, muitos jogadores expressaram insatisfação nas redes sociais. Um tweet do NYT Games sobre a mudança recebeu mais de 60 replies, refletindo a frustração da comunidade. Entre as reações, destacam-se manifestações como:
“Vocês são gananciosos, me deem de volta meu Mini Crossword.”
(“You greedy fucks give me my free Mini Crossword.”)— Jogador, Comunidade NYT Games
“Como vocês se sentem em arruinar uma pequena parte da rotina de milhares de pessoas?”
(“Ask your bosses how it feels to ruin a small part of thousands of people’s daily routines.”)— Jogador, Comunidade NYT Games
Tendências e mercado
Nos últimos anos, o The New York Times tem investido pesadamente em sua divisão de jogos, que agora atrai mais assinantes do que suas seções de notícias. A empresa oferece um desconto em suas assinaturas de jogos logo após a implementação dessa polêmica mudança, indicando uma estratégia clara para engajar e manter sua audiência, uma vez que dados recentes mostram que mais pessoas estão se inscrevendo para jogos do que para seu conteúdo jornalístico tradicional.
Para o futuro, o cenário continua incerto com novas regras sobre o acesso a conteúdos, enquanto a indústria observa atentamente a resposta dos usuários e a evolução das preferências dentro do universo dos games.
Fonte: (Kotaku – Cultura Tech & Geek)