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Cultura Tech & Geek

FF14 aborda crackdown em mods e o impacto do ‘Gooner 9/11’

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São Paulo — InkDesign News — A recente polêmica envolvendo o MMORPG Final Fantasy XIV destaca as tensões entre a comunidade de jogadores e desenvolvedores em torno de mods, refletindo uma dinâmica complexa na cultura geek e no cenário de games.

Lançamento e features

Lançado inicialmente em 2010, Final Fantasy XIV rapidamente ganhou popularidade, acumulando mais de 24 milhões de jogadores até 2023. Contudo, o recente plugin Mare Synchronos, criado por DarkArchon, permitia que modificações feitas por um jogador fossem visíveis para todos os demais usuários. Essa funcionalidade, utilizada para criar servidores privados e customizações de avatares, gerou controvérsias que culminaram com a remoção do mod após uma notificação legal enviada pela Square Enix.

Recepção e audiência

De acordo com dados, Mare Synchronos chegou a ser utilizado por dezenas de milhares de jogadores simultaneamente. “Eu não vejo sentido em tentar perseguir ou investigar jogadores pelo uso geral de mods”, afirmou Naoki Yoshida, diretor de Final Fantasy XIV, em uma postagem no blog. Entretanto, ele reafirmou a política da empresa de que os mods devem ser usados “apenas para uso pessoal” e não comprometer a experiência de outros jogadores.

“Eu vejo numerosos exemplos positivos de jogos com mods criados por fãs que expandem a experiência existente”
(“I’ve seen numerous positive examples of games with fan-made mods that expand upon existing gameplay.”)

— Naoki “Yoshi-P” Yoshida, Diretor, Square Enix

Tendências e mercado

A crescente atenção sobre modificações que permitiram acesso a itens pagos da loja oficial e conteúdos não autorizados levou Square Enix a tomar medidas sérias. A exploração de mods para criar conteúdo NSFW também representa um risco legal para a empresa, dado o cenário regulatório mais rigoroso. “Se não pudermos operar em conformidade com as leis de todos os países onde FFXIV está disponível, a distribuição do nosso jogo pode ser proibida”, alertou Yoshida.

“Essas leis estão lá para proteger menores e por uma variedade de outras razões, mas são cada vez mais rígidas”
(“These laws are there to protect minors and for a variety of other reasons, but the fact remains that they are tangibly becoming stricter.”)

— Naoki “Yoshi-P” Yoshida, Diretor, Square Enix

Com o fim do Mare Synchronos, grupos de roleplay que dependiam desse mod foram severamente impactados, refletindo uma perda significativa em algumas das comunidades mais vibrantes do jogo. Embora Square Enix busque manter a integridade do jogo, essa mudança evidencia as dificuldades enfrentadas por desenvolvedores em equilibrar inovações criadas por fãs e a preservação de suas propriedades.

Os próximos passos da Square Enix incluem monitorar o uso de mods e continuar a desenvolver Final Fantasy XIV de forma que respeite as normas legais e as expectativas dos jogadores, enquanto avalia possíveis atualizações e eventos dentro do jogo.

Fonte: (Kotaku – Cultura Tech & Geek)

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Tiago F Santiago

Tiago F. Santiago é Analista de Marketing na C2HSolutions, onde, em sua atuação fixa, combina estratégia e tecnologia para impulsionar soluções digitais. Paralelamente, dedica-se como hobby à InkDesign News, contribuindo com a criação de notícias e conteúdos jornalísticos. Apaixonado por programação, ele projeta aplicações web e desenvolve sites sob medida, apoiando-se em sua sólida expertise em infraestrutura de nuvem — dominando Amazon Web Services, Microsoft Azure e Google Cloud — para garantir que cada projeto seja escalável, seguro e de alta performance. Sua versatilidade e experiência técnica permitem-lhe transformar ideias em produtos digitais inovadores.

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